SOBRE NÓS

A Cadeia da Esperança Portugal é uma Organização Não-Governamental para o Desenvolvimento (ONGD), fundada em Coimbra em Outubro de 2000. Nasceu do trabalho de cooperação existente entre Portugal e Moçambique no tratamento dos doentes cardiovasculares.

A Cadeia da Esperança portuguesa tem essencialmente nos seus objectivos estatutários o desenvolvimento de projectos de assistência humanitária na área da saúde, com especial incidência na medicina hospitalar e também projectos na área da educação dirigidos à formação profissional.

É uma organização sem fins lucrativos, não prosseguindo objectivos religiosos ou políticos e a sua acção dirige-se fundamentalmente aos países lusófonos de África.

As crianças constituem a sua preocupação principal e uma das razões maiores da sua existência.

Desde 1996, e na sequência dum protocolo assinado entre os dois países, que o Serviço de Cardiologia do Centro Hospitalar de Coimbra e o Serviço de Cirurgia Cardiotorácica dos Hospitais da Universidade de Coimbra têm recebido regularmente doentes oriundos daquele país, necessitando de cuidados especializados.

Os inúmeros problemas relacionados com o tratamento destes doentes, muito em especial das crianças, geraram a necessidade de criar uma associação humanitária para apoiar a sua resolução.

Aos profissionais de saúde associaram-se outros cidadãos solidários, que deram corpo a este projecto, ajudando a sua concretização.

A experiência inicial de ajuda a Moçambique, levou à necessidade de encontrar formas mais avançadas de cooperação, que passam hoje pelo envio de equipas médicas àquele país, não só para tratamento dos doentes como para a formação dos quadros de pessoal locais.

 

A Cadeia da Esperança portuguesa faz parte da Cadeia da Esperança Internacional, que congrega outras organizações congéneres com sede em Paris, Londres, Bruxelas, Milão e Hamburgo, que têm os mesmos objectivos sociais e humanitários.

A organização mantém dois projectos de cardiologia médico-cirúrgica humanitária: Instituto do Coração de Maputo e Unidade de Cardiologia em SãoTomé. Em relação à primeira, têm-se realizado 2 ou 3 missões anuais de cardiologia de intervenção e uma de cirurgia cardíaca. No projecto de São Tomé, tem havido 3 a 4 missões anuais de cardiologia clínica. Até 2015 não existia nenhum cardiologista em São Tomé e uma médica são-tomense acabou de fazer a especialização em cardiologia em Coimbra, com uma bolsa da Cadeia da Esperança.